A história da Mano Velho

Uma ideia simples: uma muda brotando na terra arada do Cerrado, sob o céu aberto, com a marca Mano Velho — Mundo Sustentável.
Desde 1980 a família compartilha a paixão por produzir alimentos saudáveis. A fazenda deixa a produção leiteira e passa ao cultivo orgânico; nasce a Grão da Terra, primeira distribuidora de produtos naturais de Brasília, e a cana-de-açúcar vira melado, açúcar mascavo e rapadura. “Para viver bem precisamos comer bem”, Luiz Clemente.
A rotação de cultura entre milho, feijão, soja e cobertura verde traz o milho para a lavoura. Dele saem flocos para cuscuz, fubá, creme, canjica e cereal matinal, e a distribuição alcança o comércio local, estadual e internacional.
Várias parcerias de sucesso ao longo do caminho — produtores, técnicos, lojistas e exportadores. O arroz orgânico cateto, agulhinha e polido é produzido pela COOPAN, cooperativa de Nova Santa Rita, no Rio Grande do Sul.
Valor fundamental: sustentabilidade e respeito aos colaboradores diretos e indiretos. O quadro completo das linhas Mano Velho — milho orgânico, milho não transgênico, cana-de-açúcar e temperos orgânicos. Produzir com respeito é cuidar do futuro.
Curiosidade: um chapéu de palha, uma enxada e um par de botas na terra arada.
O nome Grão da Terra virou Mano Velho em homenagem ao Sr. Aurelino Oliveira Filho — “mano velho” era o apelido carinhoso que ele dava às pessoas. Homem simples, trabalhador e visionário, acreditava na força da terra e no trabalho honesto. Seu legado permanece em cada grão plantado hoje.

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